Música
Emily Armstrong revela ansiedades sentidas ao entrar para o Linkin Park
Vocalista fala sobre insegurança e pressão ao assumir o lugar de Chester Bennington no grupo
Foto: Rolling Stone Brasil
A vocalista Emily Armstrong falou com franqueza sobre a ansiedade, os obstáculos emocionais e as dúvidas que a acompanharam desde que passou a integrar o Linkin Park, em 2024.
Ao divulgar o filme-documentário da banda, Unshatter, a cantora comentou com a People o peso de ocupar um grupo tão marcante na posição de Chester Bennington, vocalista original que morreu em 2017.
Segundo ela, houve fases de autocrítica e questionamentos sobre o próprio talento. Ela afirmou, segundo a Metal Hammer:
“No documentário (Unshatter), dá para ver momentos em que penso: ‘Será que eu sirvo para isso?’. Você acaba buscando motivos para acreditar que não é boa o suficiente, pensando: ‘Todo mundo conhece essas músicas’.”
Um caminho para seguir em frente
Para vencer a insegurança, a cantora passou a entender que sua missão não era preencher o espaço de outra pessoa, e sim acrescentar algo vindo de sua própria identidade.
Ao explicar a postura que adotou diante do desafio, ela afirmou:
“Não tente ser como ninguém. Você não é uma substituta. Ninguém jamais poderia substituir o Chester. Faça o que você faz”.
Depois, ela seguiu no mesmo raciocínio:
“A única coisa que eu poderia tentar, em relação às músicas antigas, é causar o maior impacto emocional possível — porque, no fim das contas, é isso que se espera neste momento. É o que eu gostaria de sentir como ouvinte, como fã do Linkin Park. Eu gostaria de ter essa experiência emocional. Então pensei: ‘Ok. Acho que consigo fazer isso’.”
Com a chegada de Emily, o Linkin Park voltou a tocar ao vivo, a fazer turnês e entrou em estúdio para gravar um novo álbum, From Zero (2024).